Every body hurts….

O ano de 2016 acabando e eu, ainda, não terminei o post que comecei em setembro sobre as promessas que fiz em 2015. Duas coisas me consolam: a) esse é um blog sobre o tempo e essa é uma situação que ilustra bem a minha relação com ele e b) vou renovar todas as promessas…

Comer bem, sim eu quero!

Como disse no último post, me propus a comer melhor em 2016. Comprei um livro de comida vegana e um monte de comida saudável, fui à nutricionista, vou à feira de orgânicos semanalmente, comprei até um curso on line de panificação funcional. Mas olho com tristeza o pote cheio de linhaça que eu nem sei…

Promessas de ano novo

Eu sei, ainda, estamos em outubro. Muito tarde pros planos de 2016 e muito cedo pra fazer os de 2017. Não, não quero fazer promessas agora, preciso de fogos, espumante e contagem regressiva. Preciso do ritual. Tem gente que acha que é bobagem. É um dia depois do outro, um dia como qualquer outro. Mas…

Ainda sobre o amor

Como todo mundo sabe, existe uma enorme diferença entre o real e o ideal, ou para usar linguagem jurídica, entre o ser e o deve ser. Com o amor também é assim. O ideal seria amar de um jeito franco, carinhoso e generoso. Mas por muitas razões as pessoas amam de um jeito atravessado, torto. Às…

Como se diz eu te amo?

Minha sogra diz que ama quando cozinha. Quando eu tive meu filho, o primeiro neto dela, ela me visitava, todas as semanas, e trazia alguma maravilha: um bolo, um pão, um doce, uma torta salgada. Abria a porta e lá estava ela com um pratinho coberto por um guardanapo no qual eu podia ler  “eu…

Voltando pra casa

A dissertação foi entregue e defendida, uma pequena mudança foi realizada e as breves férias de inverno passaram rápido. Não tenho mais nenhuma desculpa, posso voltar para cá, posso voltar a escrever. Fiz uma tentativa, sem sucesso, que nem chegou a ser publicada e, embora não me faltem ideias, não sabia por onde começar. Como…

Tédio com um T bem grande pra você

É como se fosse uma sombra a me espreitar, eu olho e tá lá. Parada na soleira da porta. Eu me divirto, almoço, vejo um filminho e, logo depois, a ressaca moral. Ela ali a me apontar o dedo. Ai que trabalho, quanta concentração. Quantas páginas de leitura essa semana? Quantas produzidas? Porque eu tenho…